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Pernambuco: Prisão preventiva de policial militar é substituída por prisão domiciliar com tornozeleira

O Tribunal de Justiça de Pernambuco substituiu a prisão preventiva de um policial militar por prisão domiciliar, com monitoramento eletrônico. Anteriormente, em 2021 e 2024, o policial foi condenado por perseguição e disparo de arma de fogo, em casos envolvendo relacionamentos.

No pedido apresentado à Justiça, a defesa argumentou que a prisão decorreu de um episódio associado a um surto psicótico agudo, afirmou que o ambiente carcerário não seria adequado para o tratamento psicológico e psiquiátrico necessário e sugeriu a adoção de medidas alternativas.

O policial militar só poderá sair de casa para consultas médicas, mediante comunicação prévia ao Centro de Monitoramento Eletrônico de Reeducandos (Cemer).